Uma grande festa recepcionou os torcedores em Ciudad de La Plata, campo do Estudiantes da Argentina. Com direito a show de DJ e iluminação, a torcida foi entrando no clima da decisão preparando o caldeirão.
Como não podia ser diferente, o Cruzeiro entrou em campo sob uma sonora vaia da torcida Argentina. Do outro lado, quando subiu ao gramado a equipe do Estudiantes, uma nova festa se iniciou. Fumaça vermelha e branca, papéis picados na mesma cor e uma grande cantoria tomou conta do estádio. Uma grande neblina alvi-rubro se formou, não sendo possível enxergar o outro lado do campo.
Quando rolou a bola, pudemos acompanhar um Estudiantes procurando o gol, pressionando a equipe mineira. O atacante Fernández se movimentava muito bem, buscava o jogo e abria espaço para os meias argentinos participarem mais das jogadas de ataque.
Jogadas essas de ataque que sempre paravam na mão do Fábio. O goleiro cruzeirense fechou o gol, foi um paredão intransponível. Os jogadores do Estudiantes tentavam pelo alto, com bolas rasteiras, bombas de fora da área e a queima roupa, mas tudo em vão, a noite mesmo era do Fábio. Mostrou muita elasticidade, segurança e confiança, foi um show de defesas e posicionamento do arqueiro cruzeirense.
O ataque cruzeirense também deu trabalho a Andújar, goleiro do Estudiantes e da seleção argentina. O ímpeto azul aconteceu com maior intensidade na segunda etapa. A bola do jogo esteve nos pés do atacante Kléber. Aos 35 minutos do segundo tempo, Wagner fez boa jogada pela esquerda e cruzou a bola para a área. O goleiro Andújar espalmou mal a bola para o meio e esta caiu no pé do Kléber, que de chapa mandou a bola para fora.
O empate em zero a zero faz com que as duas equipes joguem pela vitória na segunda partida no Mineirão. Agora na decisão, o gol fora de casa não dá vantagem. Sendo assim, mais um empate em minas leva o jogo à decisão em pênaltis.
Quarta-feira que vem é a vez da torcida cruzeirense fazer a festa no Mineirão, antes, durante e quem sabe, após o apito final. Comemorando o terceiro título da equipe na competição sul-americana, empatando em número de conquistas com o São Paulo, hoje o maior vencedor brasileiro na Libertadores.
Como não podia ser diferente, o Cruzeiro entrou em campo sob uma sonora vaia da torcida Argentina. Do outro lado, quando subiu ao gramado a equipe do Estudiantes, uma nova festa se iniciou. Fumaça vermelha e branca, papéis picados na mesma cor e uma grande cantoria tomou conta do estádio. Uma grande neblina alvi-rubro se formou, não sendo possível enxergar o outro lado do campo.
Quando rolou a bola, pudemos acompanhar um Estudiantes procurando o gol, pressionando a equipe mineira. O atacante Fernández se movimentava muito bem, buscava o jogo e abria espaço para os meias argentinos participarem mais das jogadas de ataque.
Jogadas essas de ataque que sempre paravam na mão do Fábio. O goleiro cruzeirense fechou o gol, foi um paredão intransponível. Os jogadores do Estudiantes tentavam pelo alto, com bolas rasteiras, bombas de fora da área e a queima roupa, mas tudo em vão, a noite mesmo era do Fábio. Mostrou muita elasticidade, segurança e confiança, foi um show de defesas e posicionamento do arqueiro cruzeirense.
O ataque cruzeirense também deu trabalho a Andújar, goleiro do Estudiantes e da seleção argentina. O ímpeto azul aconteceu com maior intensidade na segunda etapa. A bola do jogo esteve nos pés do atacante Kléber. Aos 35 minutos do segundo tempo, Wagner fez boa jogada pela esquerda e cruzou a bola para a área. O goleiro Andújar espalmou mal a bola para o meio e esta caiu no pé do Kléber, que de chapa mandou a bola para fora.
O empate em zero a zero faz com que as duas equipes joguem pela vitória na segunda partida no Mineirão. Agora na decisão, o gol fora de casa não dá vantagem. Sendo assim, mais um empate em minas leva o jogo à decisão em pênaltis.
Quarta-feira que vem é a vez da torcida cruzeirense fazer a festa no Mineirão, antes, durante e quem sabe, após o apito final. Comemorando o terceiro título da equipe na competição sul-americana, empatando em número de conquistas com o São Paulo, hoje o maior vencedor brasileiro na Libertadores.
