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terça-feira, 14 de julho de 2009

Será igual a 1997?


A última vez que o torcedor cruzeirense pôde comemorar o título do principal campeonato da América do Sul foi em 1997. Naquele ano, o time enfrentou a equipe peruana do Sporting Cristal e foi para a segunda partida da final na mesma condição que entrará em campo amanhã no Mineirão contra o Estudiantes.

Na final de 1997, o Cruzeiro empatou a primeira partida da final em zero a zero jogando fora de casa. Naquele ano, os gols fora de casa também não serviam como critério de desempate. Uma vitória com diferença simples de gols, garantiam o título para equipe vencedora.

A partida foi tensa e emocionante para o torcedor cruzeirense. O goleiro Dida fechou o gol fazendo defesas milagrosas. A partida estava com cara que seria decidida nos pênaltis. Até que houve um escanteio para o Cruzeiro pelo lado direito aos 30 minutos do segundo tempo. A bola foi alçada na segunda trave, a defesa do Sporting afastou parcialmente e ela caiu no pé direito do meia canhoto Elivelton, camisa 20. O pé não era o bom, mas ele chutou mesmo assim. A bola não saiu com tanta força e contou com a ajuda do Julio Balerio, goleiro do Sporting Cristal, que não conseguiu defender o chute.

O chute foi fraco, mas suficiente para ultrapassar a linha do gol e fazer estremecer o Mineirão com a alegria de 106.853 cruzeirenses que soltavam o grito de gol entalado na garganta desde a primeira partida da final.

Naquela ocasião o clube comemorava pela segunda vez a conquista da América, o jogo desta quarta pode trazer o terceiro título para o time da toca da Raposa. Será que vai acontecer o mesmo que ocorreu em 1997? Quem será o Elivelton de 2009?

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Festa bonita na Argentina e o Fábio foi o grande protagonista


Uma grande festa recepcionou os torcedores em Ciudad de La Plata, campo do Estudiantes da Argentina. Com direito a show de DJ e iluminação, a torcida foi entrando no clima da decisão preparando o caldeirão.
Como não podia ser diferente, o Cruzeiro entrou em campo sob uma sonora vaia da torcida Argentina. Do outro lado, quando subiu ao gramado a equipe do Estudiantes, uma nova festa se iniciou. Fumaça vermelha e branca, papéis picados na mesma cor e uma grande cantoria tomou conta do estádio. Uma grande neblina alvi-rubro se formou, não sendo possível enxergar o outro lado do campo.
Quando rolou a bola, pudemos acompanhar um Estudiantes procurando o gol, pressionando a equipe mineira. O atacante Fernández se movimentava muito bem, buscava o jogo e abria espaço para os meias argentinos participarem mais das jogadas de ataque.
Jogadas essas de ataque que sempre paravam na mão do Fábio. O goleiro cruzeirense fechou o gol, foi um paredão intransponível. Os jogadores do Estudiantes tentavam pelo alto, com bolas rasteiras, bombas de fora da área e a queima roupa, mas tudo em vão, a noite mesmo era do Fábio. Mostrou muita elasticidade, segurança e confiança, foi um show de defesas e posicionamento do arqueiro cruzeirense.
O ataque cruzeirense também deu trabalho a Andújar, goleiro do Estudiantes e da seleção argentina. O ímpeto azul aconteceu com maior intensidade na segunda etapa. A bola do jogo esteve nos pés do atacante Kléber. Aos 35 minutos do segundo tempo, Wagner fez boa jogada pela esquerda e cruzou a bola para a área. O goleiro Andújar espalmou mal a bola para o meio e esta caiu no pé do Kléber, que de chapa mandou a bola para fora.
O empate em zero a zero faz com que as duas equipes joguem pela vitória na segunda partida no Mineirão. Agora na decisão, o gol fora de casa não dá vantagem. Sendo assim, mais um empate em minas leva o jogo à decisão em pênaltis.
Quarta-feira que vem é a vez da torcida cruzeirense fazer a festa no Mineirão, antes, durante e quem sabe, após o apito final. Comemorando o terceiro título da equipe na competição sul-americana, empatando em número de conquistas com o São Paulo, hoje o maior vencedor brasileiro na Libertadores.