terça-feira, 30 de junho de 2009

A chegada de um novo ídolo merengue




Uma apresentação digna para um grande craque. Um grande evento organizado pelo Real Madrid para receber o meia brasileiro Kaká. A festa aconteceu no estádio Santiago Bernabeu com aproximadamente 40 mil torcedores e 450 jornalistas.
Kaká já chegou ao Real Madrid batendo recordes. 40 mil torcedores representou o maior público que compareceu a uma apresentação de jogador na história do clube merengue. Outro brasileiro era o detentor deste Record. Robinho, que hoje joga pelo Manchester City da Inglaterra, foi recebido por 15 mil torcedores da equipe de Madrid.
O grande mistério na apresentação estava por conta do número que o jogador brasileiro vai usar nesta temporada. Foram cogitados os números 22, 8 e 10, porém todos já possuem dono. A camisa 5 estava a disposição, mas Kaká recusou usar este número, pois foi utilizado durante muitos anos pelo craque francês Zinedine Zidane. O argumento de Kaká era que ele não queria comparações entre o futebol dele e do francês. O argentino Saviola saiu do clube e deixou a camisa 9 sem dono.
As pistas indicavam que o brasileiro fosse ser o novo da camisa 9. O mistério foi revelado. Kaká não será o camisa 9 e sim o 8. O argentino Gago, que jogou com este número na temporada passada, aceitar usar a 5 e deixar o Kaká com a 8.
Este número sempre fez parte da história do Kaká, era com esse número que ele jogava pelo São Paulo e tantas outras vezes pela seleção brasileira. O 8 é a bola da vez em Madrid.

Foto: Agência / Reuters

domingo, 28 de junho de 2009

Bom resultado na estréia


Para toda estréia há uma expectativa. Todo torcedor são paulino, comentaristas e analistas de futebol queriam ver como o São Paulo iria se portar em campo com um novo comandante. Mesmo com chuva, eu e minha amada fomos ao Morumbi acompanhar a partida, até porque, não queríamos ficar de fora da estréia.
O time entrou em campo com mudança no esquema tático. Ricardo Gomes deixou de lado o tradicional 3-5-2 de Muricy Ramalho e o São Paulo foi pra campo jogando no 4-4-2, outra mudança foi à saída do Jean do time titular, ele ficou no banco de reservas e não entrou na partida. Em seu lugar foi para campo o Hernanes.
Hernanes, que ainda está longe do futebol apresentado no ano passado, mas decisivo e importante na partida deste sábado. Os dois gols tiveram a participação dele. No primeiro, ele cobrou uma falta fazendo um “chuveirinho” para dentro da área e o zagueiro Jean Rolt completou para o fundo do gol, marcando pela primeira vez com a camisa do São Paulo. O segundo gol também foi oriundo de uma cobrança de falta, novamente um “chuveirinho” do Hernanes e o desvio contra do jogador Johnny do Náutico.
Ao decorrer o segundo tempo, Ricardo Gomes, começou a mexer na equipe e deixou um ataque mais leve com a saída do Washington, que novamente jogou muito abaixo do esperado e com a entrada do jovem Oscar. Essa mudança fez com que o São Paulo tivesse mais jogadas pelas laterais do campo e mais mobilidade no meio e ataque.
Outra mudança importante foi a entrada de Hugo no lugar do Marlos, que não se sentia bem e deixou o campo. Hugo jogou mais próximo do Borges e do Oscar, possibilitando jogadas mais trabalhadas de triangulação e criando oportunidades de gol.
No final das contas, vimos um time jogando sem dar espetáculo e resolvendo através de “chuveirinhos”, muito parecido com o time do Muricy. Claro, ainda é cedo para o Ricardo Gomes impor seu esquema de jogo e os jogadores assimilarem a idéia. O importante foi a vitória na estréia, que acaba com o jejum de quatro jogos sem um bom resultado.


foto: Rubens Chiri - site: www.saopaulofc.net

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Ufa! Estamos na final


Assim como na primeira partida contra o Egito, a vitória veio no sufoco! Foi no final da partida. Uma bola que saiu do pé de Daniel Alves, tirando da barreira e fazendo uma curva para morrer nos fundos da rede de Khune, goleiro sul-africano.
O lateral direito Daniel Alves entrou aos 36 minutos do segundo tempo substituindo o lateral esquerdo André Santos e jogou improvisado por aquele lado.
Aos 42 minutos, o meia Ramirez, um dos melhores da seleção brasileira em campo, sofreu falta na entrada da área pelo lado esquerdo. Era o momento da estrela do nosso lateral esquerdo improvisado brilhar.
Daniel Alves ajeitou a bola e tomou distância. O olhar era de quem estava muito concentrado e focado na jogada. O goleiro Khune orientou a barreira que fechou o ângulo direito do arqueiro, havia duas opções ao Daniel: Bater por cima da barreira, ou tentar uma curva que tirasse da barreira e entrasse no canto esquerdo do goleiro. Ele optou pela segunda. Uma bela cobrança de falta que calou as buzinas (graças a Deus!) sul-africanas por volta de 30 segundos (foram os melhores 30 segundos de toda a competição).
Essa vitória garantiu a seleção brasileira na final da Copa das Confederações. A partida será disputada domingo as 15h30 horário de Brasília, contra a seleção dos Estados Unidos.
foto: Agência AFP