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quinta-feira, 25 de junho de 2009

Ufa! Estamos na final


Assim como na primeira partida contra o Egito, a vitória veio no sufoco! Foi no final da partida. Uma bola que saiu do pé de Daniel Alves, tirando da barreira e fazendo uma curva para morrer nos fundos da rede de Khune, goleiro sul-africano.
O lateral direito Daniel Alves entrou aos 36 minutos do segundo tempo substituindo o lateral esquerdo André Santos e jogou improvisado por aquele lado.
Aos 42 minutos, o meia Ramirez, um dos melhores da seleção brasileira em campo, sofreu falta na entrada da área pelo lado esquerdo. Era o momento da estrela do nosso lateral esquerdo improvisado brilhar.
Daniel Alves ajeitou a bola e tomou distância. O olhar era de quem estava muito concentrado e focado na jogada. O goleiro Khune orientou a barreira que fechou o ângulo direito do arqueiro, havia duas opções ao Daniel: Bater por cima da barreira, ou tentar uma curva que tirasse da barreira e entrasse no canto esquerdo do goleiro. Ele optou pela segunda. Uma bela cobrança de falta que calou as buzinas (graças a Deus!) sul-africanas por volta de 30 segundos (foram os melhores 30 segundos de toda a competição).
Essa vitória garantiu a seleção brasileira na final da Copa das Confederações. A partida será disputada domingo as 15h30 horário de Brasília, contra a seleção dos Estados Unidos.
foto: Agência AFP

segunda-feira, 15 de junho de 2009

E quase que não deu


Foi no sufoco, chorado, reclamado. Mais sofrido, impossível! Com um gol de pênalti aos 45 do segundo tempo o Brasil venceu a partida contra o Egito, na estreia das duas seleções na Copa das Confederações.
O Brasil começou bem a partida, em bela jogada individual, Kaká abriu o placar aos 8 minutos do primeiro tempo. A impressão é que seria um jogo fácil e que seleção fosse, com o perdão da gíria, "passar o carro" em cima dos Egípcios, mas não foi bem assim que aconteceu.
A seleção Africana acelerou e chegou ao empate com um bonito chute de Zidan, melhor jogador do Egito na partida. O sinal de alerta ficou ligado e o Brasil foi pra cima do Egito.
Em uma bola alçada na área, Luis Fabiano fez de cabeça o gol da virada. Momentos depois, Juan também de cabeça, ampliou a vantagem brasileira. Alias, um gol muito parecido com o feito pelo zagueiro na vitória contra o Uruguai.
As duas equipes foram para o vestiário, o Brasil com a vantagem, o Egito ainda com o pensamento em empatar e quem sabe virar a partida. No retorno para o segundo tempo, os jogadores brasileiros pareciam estar desligados. O Egito pressionou e fez o seu segundo gol na partida. O jogo reiniciou, assim como a blitz montada pela equipe egípcia, roubada de bola e o gol do empate. A câmera flagrava um torcedor egípcio chorando, emocionado com a reação da seleção de seu país.
A partida foi sendo jogada sem muitas emoções, até aos 43 minutos do segundo tempo. Uma bola cruzada, no pé do zagueiro Lucio, que bateu para o gol. O goleiro já estava vendido no lance, o zagueiro que estava em cima da linha do gol não teve dúvidas. Saltou para tirar a bola, mas o fez com o braço.
O juiz e o bandeirinha não perceberam a irregularidade e estavam apontando o escanteio. A reclamação dos jogadores brasileiros foi instantânea. Todos se dirigiam ao arbitro e ao auxiliar apontando o braço, pedindo a marcação do pênalti.
Algo parecido como um sopro no ouvido do juiz, fez com que ele voltasse, expulsasse o jogador africano e marcasse o pênalti. Ali era o momento, a hora da estrela de Kaká brilhar e mais uma vez brilhou, pênalti bem batido. O goleiro foi muito bem na bola, mas ela caprichosamente bateu no lado interno da lateral da rede, sem chances para o arqueiro.
Foi o gol que salvou o Brasil de uma estreia com um empate com sabor de derrota, devido as circunstâncias do jogo.