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domingo, 5 de julho de 2009

Coritiba vence e sobe!


Se o tabu existe, ele deve ser quebrado! Pelo menos foi isso que o Coritiba fez na tarde fria e chuvosa de domingo da capital paranaense. A vitória por 2 a 0 encerrou a série de 5 jogos sem vitórias da equipe curitibana contra o São Paulo. A última vez que o Coxa havia derrotado o São Paulo, jogando em seus domínios, foi em 1998.

A equipe curitibana também não fez uma grande partida. Seus gols saíram através de boas jogadas individuais de Marcos Aurélio e Ariel. No primeiro gol, o atacante Marcos Aurélio invadiu a área são paulina driblando o Zé Luis e com um corte seco, tirou o zagueiro André Dias da jogada e chutou forte, sem chance para o goleiro Denis. No começo do segundo tempo, logo a 1 minuto de jogo, o argentino Ariel recebeu e girou em cima de André Dias, na cara do gol ele colocou a bola no ângulo.

O São Paulo novamente não apresentou uma boa partida. O meio de campo do tricolor não conseguia criar as jogadas e colocar os atacantes em condições de fazer os gols que a equipe precisa. Os laterais não apoiavam, alias, continuam não apoiando o ataque. Durante toda a partida, não houve um cruzamento são paulino na linha de fundo. Todos através de cobrança de escanteio ou os famosos chuveirinhos.

Aos 11 minutos, o zagueiro são paulino André Dias, foi expulso após uma entrada violenta em cima de Leandro Donizete. Mesmo com um jogador a mais, a equipe curitibana não impôs pressão e apenas administrou a vantagem de dois gols.

Este resultado fez o São Paulo terminar os jogos das quatro horas, ocupando a décima quarta posição. Apenas três acima da zona de rebaixamento. O Coritiba, com a vitória, subiu para a décima segunda posição. O coxa havia começado a rodada na zona de rebaixamento.

Na próxima rodada o São Paulo recebe o Flamengo, domingo no Morumbi. O Coritiba vai até Barueri sábado que vem enfrentar o time da cidade.

domingo, 28 de junho de 2009

Bom resultado na estréia


Para toda estréia há uma expectativa. Todo torcedor são paulino, comentaristas e analistas de futebol queriam ver como o São Paulo iria se portar em campo com um novo comandante. Mesmo com chuva, eu e minha amada fomos ao Morumbi acompanhar a partida, até porque, não queríamos ficar de fora da estréia.
O time entrou em campo com mudança no esquema tático. Ricardo Gomes deixou de lado o tradicional 3-5-2 de Muricy Ramalho e o São Paulo foi pra campo jogando no 4-4-2, outra mudança foi à saída do Jean do time titular, ele ficou no banco de reservas e não entrou na partida. Em seu lugar foi para campo o Hernanes.
Hernanes, que ainda está longe do futebol apresentado no ano passado, mas decisivo e importante na partida deste sábado. Os dois gols tiveram a participação dele. No primeiro, ele cobrou uma falta fazendo um “chuveirinho” para dentro da área e o zagueiro Jean Rolt completou para o fundo do gol, marcando pela primeira vez com a camisa do São Paulo. O segundo gol também foi oriundo de uma cobrança de falta, novamente um “chuveirinho” do Hernanes e o desvio contra do jogador Johnny do Náutico.
Ao decorrer o segundo tempo, Ricardo Gomes, começou a mexer na equipe e deixou um ataque mais leve com a saída do Washington, que novamente jogou muito abaixo do esperado e com a entrada do jovem Oscar. Essa mudança fez com que o São Paulo tivesse mais jogadas pelas laterais do campo e mais mobilidade no meio e ataque.
Outra mudança importante foi a entrada de Hugo no lugar do Marlos, que não se sentia bem e deixou o campo. Hugo jogou mais próximo do Borges e do Oscar, possibilitando jogadas mais trabalhadas de triangulação e criando oportunidades de gol.
No final das contas, vimos um time jogando sem dar espetáculo e resolvendo através de “chuveirinhos”, muito parecido com o time do Muricy. Claro, ainda é cedo para o Ricardo Gomes impor seu esquema de jogo e os jogadores assimilarem a idéia. O importante foi a vitória na estréia, que acaba com o jejum de quatro jogos sem um bom resultado.


foto: Rubens Chiri - site: www.saopaulofc.net

sexta-feira, 4 de abril de 2008

O Corinthians virou tricolor?

Os mais conservadores acham um absurdo, a maior torcida organizada também não aprova, mas o marketing de guerrilha feita pela direção corinthiana deu certo. É um sucesso de vendas a terceira camisa corinthiana.
A parte conservadora defende a tese de que preto e branco são as cores do Corinthians, logo, o uniforme só pode conter estas cores (salvo os logos dos patrocinadores). E o uso de uma terceira cor vai contra a identidade corinthiana.
A maior organizada não aceita o 3º uniforme. Não aceita devido a cor que foi escolhida, motivo de piada e gozações das outras torcidas. Foi visto no morumbi na última quinta - feira, na partida contra o Fortaleza, integrantes da gaviões "proibindo" o acesso de torcedores com a camisa roxa no setor destinado à organizada.
Tem gente dizendo que o Corinthians sente um certo "ciúmes" do São Paulo. Que tudo o que é do São Paulo, o timão gostaria de ter... Títulos da libertadores, mundiais, estadio... e agora... até ser tricolor eles querem ser!

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

A conquista da América


Me lembro como se fosse hoje... faltavam 3 dias para o meu aniversário de 8 anos. 17 de junho de 1992, dia da segunda partida da final da Taça Libertadores da América daquele ano. O São Paulo encarava o Newell's Old Boys da Argentina, que havia vencido a primeira partida da decisão com um gol de penalti.
17 de junho de 1992, o Morumbi estava lotado, 105.185 pagantes. 105.185 corações pulsando confiantes na vitória, confiantes nos ídolos, alguns longe de serem craques mas, passavam total confiança ao torcedor, por sua garra e fibra.
Lembro que eu fiquei ali, sentado, na frente da tv, assistindo a transmissão da Tv Gazeta com Galvão Bueno narrando e chorando ao final do jogo (pode procurar no youtube, lá mostra o Galvão se emocionando com o tricolor), Roberto Avallone comentando.
Eu lembro que o São Paulo atacava, jogadas envolventes entre Raí, Muller, Palhinha e Cafú, era pressão total, mas o gol teimava em não sair.
O sofrimento aumentava a cada giro do ponteiro. Lembro que eu vi o Macedo levantando do banco de reserva, era mais um atacante, mais uma esperança de gol. Ele entrou no lugar do Palhinha (artilheiro do São Paulo na competição) e em poucos minutos dentro de campo, sofreu um penalti.
A torcida comemorava aquela marcação como se fosse o gol do título, era a salvação. Raí, que para mim foi o melhor jogador que eu vi jogando com a camisa do São Paulo, pegou a bola, colocou na marca do penalti, esperou a autorização do arbitro e colocou ela lá! No fundo das redes argentinas! Era o gol que dava esperança ao São Paulo, que levava a partida para decisão por penaltis. Sofrimento? Sim! Mas se não fosse assim, não teria graça.
Pois bem, chegamos na disputa de penaltis. Logo na primeira batida, o argentino carimbou a trave! Raí bateu para o São Paulo e inaugurou a disputa por penaltis... O São Paulo esteve em vantagem até a terceira cobrança, quando Ronaldão encheu o pé no meio do gol e Scoponi, sem precisar se mexer, fez a defesa. Foi a igualdade do placar. Igualdade até a 4ª cobrança, pois Mendonça teve a chance de colocar os argentinos na frente mas, graças a Deus, ele não o fez! Isolou a bola e Cafú, na cobrança seguinte voltou a deixar o São Paulo em vantagem.
Partimos para a quinta cobrança, Gamboa tinha a obrigação de fazer o gol, caso contrário, o título era do São Paulo. No gol tricolor estava Zetti, grande ídolo da torcida São Paulina e goleiro de seleção brasileira. A pressão e oração dos mais de 105 mil torcedores deu certo. Gamboa partiu pra bola, bateu e Zetti fez uma bela defesa, deu o título ao São Paulo!
A emoção era muita! Eu sem entender direito o significado de tudo aquilo, chorei. Galvão Bueno que narrava a invasão dos torcedores comemorando o título, também chorou.
A partir daquele momento eu comecei a entender e saber o significado da Taça Libertadores da América. É algo indescritível, pena que meus amigos curintianos não sabem o que é isso! uma pena...